Gestão de Equipamentos Culturais da OEI
Iniciativa voltada à gestão de equipamentos culturais estratégicos, como o Cais das Artes, o Museu de Arte do Rio (MAR) e o Complexo Cultural…
Quando a Organização de Estados Ibero-Americanos iniciou o ciclo 2018–2026, o Brasil atravessava um período de profundas transformações internas e de redefinição de seu papel no cenário internacional. Ao mesmo tempo, a Ibero-América enfrentava desafios relacionados à recuperação econômica, à transformação digital, às desigualdades persistentes e à necessidade de fortalecer a cooperação multilateral.
Nesse contexto, o escritório da OEI no Brasil iniciou uma nova etapa marcada pelo crescimento institucional, pela ampliação de sua presença territorial e pelo fortalecimento de seu posicionamento estratégico. Entre os principais marcos do período destacam-se: a consolidação de atuações nas cinco regiões do país, com presença em 11 dos 27 estados brasileiros; a diversificação de projetos em áreas como ciência, cultura, inovação, sustentabilidade, tecnologia e direitos humanos; o fortalecimento da imagem institucional; a gestão de equipamentos culturais estratégicos; e a participação em agendas multilaterais de grande relevância, como o G20 e a COP30.
A expansão institucional refletiu-se tanto no alcance territorial quanto nos resultados. A OEI ampliou significativamente sua carteira de projetos e fortaleceu sua sustentabilidade institucional. Também transformou seu perfil de atuação: embora a educação tenha mantido um papel central, representando 38% dos novos projetos, a presença da ciência aumentou de 17% para 35%, enquanto a cultura passou de 21% para 31%, consolidando uma cooperação cada vez mais multidisciplinar.
No campo da cultura, a gestão do Museu de Arte do Rio (MAR) consolidou um modelo inovador baseado na integração entre arte, educação e cidadania. Entre 2021 e 2026, o museu recebeu cerca de 2,2 milhões de visitantes, realizou 64 exposições e promoveu mais de 5 mil atividades educativas.
Essa mesma visão orientou a gestão do Complexo Cultural de Salvador, composto pela Casa das Histórias, pelo Arquivo Público Municipal e pela Galeria Mercado. Somente entre 2024 e 2025, o complexo recebeu mais de 440 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais polos culturais e de economia criativa do Nordeste brasileiro. A expansão da atuação cultural incorporou ainda novos projetos estratégicos, como o Cais das Artes, no Espírito Santo, e o Museu da Educação do Futuro (MUSEDUCA), no Rio Grande do Sul.
O fortalecimento institucional foi acompanhado por maior visibilidade pública. Somando os perfis da OEI e dos equipamentos culturais sob sua gestão, a Organização alcançou mais de 584 mil seguidores nas redes sociais, registrou mais de 3.800 menções espontâneas na imprensa e recebeu mais de 305 mil visitas em suas plataformas digitais.
Esse crescimento coincidiu com um período de maior protagonismo internacional do Brasil e com o fortalecimento da confiança do Governo Federal na capacidade técnica e operacional da OEI. Durante a presidência brasileira do G20, em 2024, a Organização desempenhou papel estratégico na coordenação e operacionalização de atividades vinculadas aos Ministérios da Educação e da Cultura, além de outras agendas temáticas. Entre os principais legados destacou-se o G20 Social, que mobilizou cerca de 26 mil credenciamentos e acompanhou uma cúpula que reuniu mais de 60 chefes de Estado e de governo.
A experiência adquirida mostrou-se fundamental para a COP30, realizada em Belém, em 2025. Como parceira estratégica do Governo brasileiro, a OEI apoiou o planejamento, a coordenação e a operação da conferência, que reuniu representantes de 193 países, mais de 42 mil participantes e cerca de 290 mil visitantes na Zona Verde. A conferência também impulsionou uma participação histórica de povos indígenas e comunidades tradicionais, consolidando a Amazônia no centro do debate global sobre clima, biodiversidade e desenvolvimento sustentável.
Entre 2018 e 2026, a OEI no Brasil consolidou uma cooperação mais ampla, estratégica e conectada aos grandes desafios contemporâneos, fortalecendo seu papel como plataforma de cooperação ibero-americana e parceira-chave para o desenvolvimento sustentável e a articulação multilateral.
Quando a Organização de Estados Ibero-Americanos iniciou o ciclo 2018–2026, o Brasil atravessava um período de profundas transformações internas e de redefinição de seu papel no cenário internacional. Ao mesmo tempo, a Ibero-América enfrentava desafios relacionados à recuperação econômica, à transformação digital, às desigualdades persistentes e à necessidade de fortalecer a cooperação multilateral.
Nesse contexto, o escritório da OEI no Brasil iniciou uma nova etapa marcada pelo crescimento institucional, pela ampliação de sua presença territorial e pelo fortalecimento de seu posicionamento estratégico. Entre os principais marcos do período destacam-se: a consolidação de atuações nas cinco regiões do país, com presença em 11 dos 27 estados brasileiros; a diversificação de projetos em áreas como ciência, cultura, inovação, sustentabilidade, tecnologia e direitos humanos; o fortalecimento da imagem institucional; a gestão de equipamentos culturais estratégicos; e a participação em agendas multilaterais de grande relevância, como o G20 e a COP30.
A expansão institucional refletiu-se tanto no alcance territorial quanto nos resultados. A OEI ampliou significativamente sua carteira de projetos e fortaleceu sua sustentabilidade institucional. Também transformou seu perfil de atuação: embora a educação tenha mantido um papel central, representando 38% dos novos projetos, a presença da ciência aumentou de 17% para 35%, enquanto a cultura passou de 21% para 31%, consolidando uma cooperação cada vez mais multidisciplinar.
No campo da cultura, a gestão do Museu de Arte do Rio (MAR) consolidou um modelo inovador baseado na integração entre arte, educação e cidadania. Entre 2021 e 2026, o museu recebeu cerca de 2,2 milhões de visitantes, realizou 64 exposições e promoveu mais de 5 mil atividades educativas.
Essa mesma visão orientou a gestão do Complexo Cultural de Salvador, composto pela Casa das Histórias, pelo Arquivo Público Municipal e pela Galeria Mercado. Somente entre 2024 e 2025, o complexo recebeu mais de 440 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais polos culturais e de economia criativa do Nordeste brasileiro. A expansão da atuação cultural incorporou ainda novos projetos estratégicos, como o Cais das Artes, no Espírito Santo, e o Museu da Educação do Futuro (MUSEDUCA), no Rio Grande do Sul.
O fortalecimento institucional foi acompanhado por maior visibilidade pública. Somando os perfis da OEI e dos equipamentos culturais sob sua gestão, a Organização alcançou mais de 584 mil seguidores nas redes sociais, registrou mais de 3.800 menções espontâneas na imprensa e recebeu mais de 305 mil visitas em suas plataformas digitais.
Esse crescimento coincidiu com um período de maior protagonismo internacional do Brasil e com o fortalecimento da confiança do Governo Federal na capacidade técnica e operacional da OEI. Durante a presidência brasileira do G20, em 2024, a Organização desempenhou papel estratégico na coordenação e operacionalização de atividades vinculadas aos Ministérios da Educação e da Cultura, além de outras agendas temáticas. Entre os principais legados destacou-se o G20 Social, que mobilizou cerca de 26 mil credenciamentos e acompanhou uma cúpula que reuniu mais de 60 chefes de Estado e de governo.
A experiência adquirida mostrou-se fundamental para a COP30, realizada em Belém, em 2025. Como parceira estratégica do Governo brasileiro, a OEI apoiou o planejamento, a coordenação e a operação da conferência, que reuniu representantes de 193 países, mais de 42 mil participantes e cerca de 290 mil visitantes na Zona Verde. A conferência também impulsionou uma participação histórica de povos indígenas e comunidades tradicionais, consolidando a Amazônia no centro do debate global sobre clima, biodiversidade e desenvolvimento sustentável.
Entre 2018 e 2026, a OEI no Brasil consolidou uma cooperação mais ampla, estratégica e conectada aos grandes desafios contemporâneos, fortalecendo seu papel como plataforma de cooperação ibero-americana e parceira-chave para o desenvolvimento sustentável e a articulação multilateral.
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